Manual de Epicteto – Enchiridion – 47

XLVII. Quando você adquirir os suprimentos necessários para o seu corpo por um preço baixo, não fique se vangloriando sobre isso; nem, se você beber agua, fique dizendo a todo momento “Eu bebo agua”. Primeiro, considere por quanto mais dificuldades os pobres e necessitados passam do que nós. Mas se a qualquer momento você enfrentar trabalhos desafiadores e desafios difíceis, os cumpra pelo seu próprio bem, e não para o mundo; não agarre estátuas, mas, quando você estiver sedento, tome um pouco de agua gelada em sua boca e a cuspa sem contar a ninguém.

Opinião – nossas conquistas devem ser comemoradas internamente, devemos trabalhar e agir pelo nosso bem, mas não devemos ficar alardeando os mesmos a 4 ventos. Devemos pensar sempre naqueles que passam por muito mais dificuldades do que nós e quando possível ajuda-los, tendo sempre em nossa mente como as coisas poderiam ser muito mais difíceis do que elas são para nós. Nesse mundo moderno onde vivemos a de aparências e de ficar ‘postando’ para todos cada uma de nossas conquistas, cria-se uma competitividade besta, pois conforme trabalhado pelo estoicismo somos responsáveis apenas pelas nossas ações e pensamentos e suas consequências, mesmo esfregando na cara dos outros nossas conquistas, não quer dizer que eles vão nos incentivar, apoiar ou parabenizar, logo porque ficar na dependência da aceitação e likes deles?

N.T: tradução minha a partir do texto de Elizabeth Carter disponível em http://classics.mit.edu/Epictetus/epicench.html.
Esse é um trabalho de pratica do meu inglês e também para conhecimento maior da Obra de Epicteto.

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