Manual de Epicteto – Enchiridion – 25

XXV. Qualquer pessoa é passada a sua frente em um momento de diversão, ou em um elogio, ou ainda em ser recepcionada para uma consulta? Se essas coisas são boas, você deve estar grato que essa pessoa recebeu elas; e se elas forem ruins, não tenha tristeza por você não as ter recebido. E lembre-se que você não pode, sem usar dos mesmos meios [que outros usam] para conquistar coisas que não estão sob o seu controle, espere ser classificado como merecedor de uma parte delas. Pois como pode ele que não frequenta a cada de qualquer [grande] homem, que não o encontra, não o elogia, tenha uma parte igual como aqueles que fazem isso? Você é injusto, portanto, e insatisfeito, se você esta desejando pagar pelo preço por quais essas coisas são vendidas, e teria elas por nada. Por quanto o alface é vendido? Cinquenta centavos, por exemplo. Se outro, então, pagando cinquenta centavos, levar o alface, e você, não pagando por ele, sair sem ele, não pense que ele ganhou qualquer vantagem sobre você. Pois se ele tem o alface, você tem os cinquenta centavos que você não deu ao vendedor. Então, no presente caso, você não foi convidado para o lazer de alguma pessoa, porque você não pagou o preço pelo qual um jantar é vendido. Mas se você, ao mesmo tempo, não paga-se por um e ainda recebe-se o outro, você seria insaciável, uma cabeça dura. Você não teria, então, nada além do jantar? Sim, realmente, você tem: a falta de elogio a ele, quem você prefere não elogiar; a não necessidade de aturar o comportamento dele em uma visita.

Opinião – trecho longo, pesado, mas com a seguinte mensagem: nem sempre aquilo que classificamos como bom vale o preço pago, por muitas vezes aceitamos algo bom para nós e passamos mais momentos aturando coisas desagradáveis a nós somente por um pequeno bem, sensação ou atitude para nós que consideramos boa. Não façamos isso, não aturemos aquilo que não gostemos somente para obter algo desejado por nós. A ausência de algo, a não aquisição de certos itens, pode ser são boa, ou até melhor, do que a efetivação da aquisição de algo.

N.T: tradução minha a partir do texto de Elizabeth Carter disponível em http://classics.mit.edu/Epictetus/epicench.html.
Esse é um trabalho de pratica do meu inglês e também para conhecimento maior da Obra de Epicteto.

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