Ensinamento de mãe para finanças pessoais

Conselho de mãeMãe sabe das coisas. Seja por vivencia ou o instinto materno, concelhos de mãe costumam sempre ser corretos, mesmo com agente duvidando ou beirando o impossível deles serem corretos. Por experiencia própria nunca duvido da minha quando a mesma manda levar um guarda-chuva ou uma blusa. Mas bem, aproveitando o tema de dia das mães, trago aqui uma tradução livre de um artigo da Emily Guy Birken do site Moneyning.com onde se mostra como três simples concelhos que toda mãe fala podem ser aplicados as finanças pessoais.

  1. Não adianta chorar pelo leite derramado: normalmente essa frase vem logo depois de  algo que consideramos ruim ter acontecido. O ensinamento em si é que não podemos modificar o passado, somente nós adaptar e lidar com suas consequências no presente. Em finanças isso se aplica a aquele dinheiro que já perdemos e que devemos nos ‘desprender’ para evitar uma perda maior ainda. Exemplo aquela assinatura semestral que você já pagou na academia e depois descobriu que o lugar é horrível e você deveria ter pesquisado mais antes de assinar o contrato que não permite devolução do dinheiro. Em vez de ficar ‘se martirizando’ ou indo para o lugar desagradável, assuma o erro, aprenda a lição e aplique ela para novas atitude, será um aprendizado melhor e uma utilização adequada do seu tempo.
  2. Se seus amigos fizerem tal coisa, você vai fazer também?: clássico disparado sempre que sua mãe detectava que algo que você queria fazer era tão somente resultado da pressão dos seus amigos ou circulo social. Aqui a lição é que não devemos fazer algo simplesmente porque todo mundo ta fazendo. Quando envolvemos dinheiro isso é o clássico efeito manada, onde só porque todo mundo esta comprando X ação você vai comprar também, e dai nascem as bolhas e o efeito do Tolo Maior, onde os preços sobem até o infinito e despencam até o Hades. Variação do clássico: você não é todo mundo!
  3. Sei lá não é resposta: essa era a preparatória para o chinelo/cinta voar. Sua mãe te questionava o porque de algo e você no alto da sua ‘independência’ não queria explicar o motivo e soltava “ a sei lá mãe”. Ai começava o interrogatório e a lição de moral que não devemos fazer nada sem sabermos o real motivo pelo o que estamos fazendo, evitando de operar no automático. Esse concelho anda em conjunto com o comportamento em manada, e nossas mães só queriam que soubéssemos o que realmente estávamos fazendo e porque. Tendo conhecimento e controle das nossas ações pode demandar alguns minutos a mais por dia de pensamentos e planejamento, mas os frutos valem a pena.

Conhecimento de mãe é isso ai, devemos ter humildade para aceitar eles e sermos gratos por termos alguém que queira nos ensinar por puro amor.

Obrigado mães.

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