Manual de Epicteto – Enchiridion – 52

LII. Em todas as ocasiões nós devemos ter essas máximas sempre em mãos:

“Conduza me, Jove, e você, ó Destino,
Para onde seus decretos tenham fixado meu destino.”
Cleantes de Assos

“Eu sigo alegremente; e , mesmo que eu não o fize-se,
Traiçoeiro e ruim, Eu ainda devo seguir
Aqueles que produzam propriamente o Destino, é considerado
Sabio entre os homens, e conhece as leis dos céus.
Euripides, Frag. 965

E também este terceiro:

“Ó Crito, se assim for de agrado aos deuses, que assim o seja. Ânito e Melitus podem me matar, mas me machucar eles não poderão”.
Apologia e Crito de Platão

N.T: tradução minha a partir do texto de Elizabeth Carter disponível em http://classics.mit.edu/Epictetus/epicench.html.
Esse é um trabalho de pratica do meu inglês e também para conhecimento maior da Obra de Epicteto.

Manual de Epicteto – Enchiridion – 51

LI. O primeiro e mais necessário tópico em filosofia é a utilização de teoremas morais, tais como, “Nós não devemos mentir” o Segundo é o de demonstrações, tais como, “Qual é a origem da nossa obrigação em não mentir” Já o terceiro da força e articulação aos outros dois, tais como “Qual é a origem disto que é uma demonstração”.

Para o que é a demonstração?

Qual é a consequência?

Qual contradição?

Qual verdade?

Qual falsidade?

O terceiro tópico, portanto, é necessário por causa do Segundo, e o Segundo por causa do primeiro.

Mas o mais necessário, e, portanto, aquele pelo qual devemos o restante, é o primeiro

Mas nós agimos justamente ao contrario

Pois nós gastamos todo nosso tempo no terceiro tópico, e aplicamos nossa diligência neste, e ignoramos completamente o primeiro.

Portanto, no mesmo momento em que mentimos, estamos imediatamente preparados para mostrar como é demonstrar que mentir não é correto.

N.T: tradução minha a partir do texto de Elizabeth Carter disponível em http://classics.mit.edu/Epictetus/epicench.html.
Esse é um trabalho de pratica do meu inglês e também para conhecimento maior da Obra de Epicteto.

Manual de Epicteto – Enchiridion – 50

L. Seja qual for a regra moral que você deliberadamente propôs a si mesmo, se mantenha fiel a elas como se estas fossem leis, e você fosse ser condenado por violar qualquer uma delas. Não se importe com o que qualquer pessoa diga de você, pois isso, afinal, não é de preocupação sua.

Por quanto tempo, portanto, você ira se colocar como não sendo digno dos maiores desenvolvimentos e seguir as distinções da razão? Você recebeu os teoremas filosóficos, e com eles há de estar familiarizado, e esta se familiarizando com eles. Quais outros mestres, portanto, você espera, para jogar esse atraso em sua reformulação? Você não é mais um garoto, mas um homem maduro. Se, portanto, você será negligente e preguiçoso, e sempre acrescentar procrastinação a procrastinação, propósito ao propósito, e destinar dia após dia onde você irá se cuidar, você irá indiscutivelmente continuar sem proficiência, e, vivendo e morrendo, perseverar em ser alguém vulgar.

Neste instante, portanto, pense em você como sendo digno de viver como um homem maduro e proficiente. Deixe que o que parecer ser o melhor de você seja uma lei inviolável. Se qualquer instante de prazer ou dor, gloria ou desgraça, se apresentar diante de ti, lembre-se que o combate é agora, a Olimpíada se inicia, e não pode ser postergado. Pois por uma vez sendo derrotado e desistindo, a proficiência é perdida, ou do contrario é preservada.

Pois foi assim que Sócrates se tornou perfeito, procurando melhorar a si em tudo, seguindo apenas a razão e nada além dela. E apesar de você ainda não ser um Sócrates, você deve, entretanto, viver desejando se tornar um Sócrates.

N.T: tradução minha a partir do texto de Elizabeth Carter disponível em http://classics.mit.edu/Epictetus/epicench.html.
Esse é um trabalho de pratica do meu inglês e também para conhecimento maior da Obra de Epicteto.

Manual de Epicteto – Enchiridion – 49

XLIX. Quando alguém se mostrar muito confiante na habilidade de entender e interpretar os trabalhos de Chrysippus, diga a si mesmo, “A não ser que Chrysippus tenha escrito de uma maneira obscura, esse pessoa não tem por que ter essa vaidade. Mas o que eu desejo? Entender a natureza e segui-la.Eu pergunto, portanto, quem interpreta ela, e, descobrindo que Chrysippus o faz, eu tenho recorrido a ele. Eu não entendo suas escrituras. I procuro, portanto, alguém para interpreta-las.” E quando eu encontro um interprete, o que me resto é fazer uso de suas instruções. Isso é que deve ser valorizado. Mas, se eu admiro nada a naõ ser a interpretação, o que eu me torno além de um estudioso da gramática em vez de um filosofo? Exceto, é claro, que em vez de Homero eu interprete Chrysippus. Quando alguem, portanto, desejar ler Chrysippus para ele, e prefiro me envergonhas quando não posso mostrar minhas ações de acordo com o discurso dele.

Opinião – devemos sim reconhecer o trabalho bem feito pelas pessoas, mas não precisamos inveja-las, pois se tivermos claramente nossos objetivos em mente, podemos fazer os mesmos trabalhos do tanto que nos dediquemos realmente em nossas ações e nos esforcemos para isso. Não adoremos portanto as pessoas, mas sim os resultados que seus esforços produzem.

N.T: tradução minha a partir do texto de Elizabeth Carter disponível em http://classics.mit.edu/Epictetus/epicench.html.
Esse é um trabalho de pratica do meu inglês e também para conhecimento maior da Obra de Epicteto.

Manual de Epicteto – Enchiridion – 48

XLVIII. A condição de característica de uma pessoa vulgar é que ela nunca espera benefícios ou danos dela mesma, mas de outros. A condição e característica de um filosofo é que ele espera danos e benefícios dele mesmo. As marcas de um experiente são que ele não censura ninguém, elogia ninguém, culpa ninguém, acusa ninguém, não diz coisa alguma sobre si como sendo alguém, ou saber qualquer coisa; quando ele é, em qualquer situação contido, ele acusa a s mesmo; e se ele é elogiado ele ri secretamente daquele que o elogia; caso seja censurado ele não faz defesa alguma. Mas ele faz suas coisas sempre consciente dos doentes e feridos, evitando mover qualquer coisa que esteja correta, até que esteja perfeitamente fixada. Ele controla todos os seus desejos; ele transfere suas aversões para coisas que possam prejudicar sua capacidade de julgamento; a utilização de seus poderes a qualquer coisa é bem gentil; se ele parece estúpido ou ignorante ele não se importa, resumidamente ele se observa como um inimigo, sempre em tocaia.

Opinião – o foco do estoicismo é que devemos nos preocupar somente com nossas ações e reações, não perdendo tempo com aquilo que não esta sob o nosso controle. Aqui a passagem seria que uma ser exemplar não culpa os outros, não se defende de duvidas ou opiniões alheias, pois essas coisas não estão sob o controle dele, logo de nada adianta tentar mudar elas.

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Manual de Epicteto – Enchiridion – 47

XLVII. Quando você adquirir os suprimentos necessários para o seu corpo por um preço baixo, não fique se vangloriando sobre isso; nem, se você beber agua, fique dizendo a todo momento “Eu bebo agua”. Primeiro, considere por quanto mais dificuldades os pobres e necessitados passam do que nós. Mas se a qualquer momento você enfrentar trabalhos desafiadores e desafios difíceis, os cumpra pelo seu próprio bem, e não para o mundo; não agarre estátuas, mas, quando você estiver sedento, tome um pouco de agua gelada em sua boca e a cuspa sem contar a ninguém.

Opinião – nossas conquistas devem ser comemoradas internamente, devemos trabalhar e agir pelo nosso bem, mas não devemos ficar alardeando os mesmos a 4 ventos. Devemos pensar sempre naqueles que passam por muito mais dificuldades do que nós e quando possível ajuda-los, tendo sempre em nossa mente como as coisas poderiam ser muito mais difíceis do que elas são para nós. Nesse mundo moderno onde vivemos a de aparências e de ficar ‘postando’ para todos cada uma de nossas conquistas, cria-se uma competitividade besta, pois conforme trabalhado pelo estoicismo somos responsáveis apenas pelas nossas ações e pensamentos e suas consequências, mesmo esfregando na cara dos outros nossas conquistas, não quer dizer que eles vão nos incentivar, apoiar ou parabenizar, logo porque ficar na dependência da aceitação e likes deles?

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Manual de Epicteto – Enchiridion – 46

XLVI. Nunca chame-se de filosofo, nem fale muito sobre os teoremas entre os não instruídos, mas acha de acordo com eles. Assim, em um espetáculo, não fale como as pessoas deveriam comer, mas coma como você deve. Pois lembre-se que dessa maneira Sócrates evitava toda ostentação. E quando pessoas vinham a ele querendo ser recomendadas por ele para filósofos, ele as aceitava e as recomendava tão bem, que as vezes ele ficava em segundo plano. Então se você tiver alguma conversa entre os não instruídos sobre teoremas filosóficos, seja você, pela maior parte, silencioso. Pois há um grande perigo em por para fora aquilo que você ainda não digeriu. E, se alguém dizer que você não sabe nada, e que você não é afetado por isso, então você pode ter certeza que você começou seus negócios. Pois as ovelhas não põe para fora a grama que elas comem para mostrar aos pastores o tanto que comeram; mas digerindo internamente a sua comida, elas produzem externamente lã e leite.Então, portanto, não mostre os teoremas aos não instruídos, mas as ações que resultam de você ter entendido eles.

Opinião – devemos falar menos e agir mais. Se quisermos ensinar alguem, devemos servir de exemplo em vez de ficarmos falando de teorias.

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Manual de Epicteto – Enchiridion – 45

XLV. Alguém toma banho muito rápido? Não diga que ele esta tomando banho errado, mas que ele esta tomando banho muito rápido. Alguém bebe muito vinho? Não diga que ele esta fazendo o mal, mas que ele bebe muito vinho. Pois, a não ser que você entenda perfeitamente os princípios por que alguém age, como você pode saber se ele esta agindo erroneamente? Assim você não irá correr o risco de ser enganado por aparências mas irá procurar sempre compreender completamente.

Opinião – não devemos julgar ninguém. mas quando estivermos formando nossa opinião sobre alguém ou como essa pessoa age, devemos tomar o cuidado de obtermos todos os fatos antes de termos nossa opinião, para não nos deixarmos enganar por aparências sem saber as reais motivações das pessoas.

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Manual de Epicteto – Enchiridion – 44

XLIV. Essas justificativas são desconexas: “Eu sou mais rico que você, portanto sou melhor”; “Eu sou mais eloquente que você, portanto sou melhor.” A conexão real é esta: “eu sou mais rico que você, portanto minha propriedade é maior que a sua;” “eu sou mais eloquente que você, portanto meu estilo é melhor do que o seu.” Mas você, no final de tudo, não é nem uma propriedade e nem um estilo.

Opinião – As vezes por nossas escolhas, nossas posses, qualquer característica nossa ou dos outros, surge uma sensação ou idealização de superioridade. Isso é errado, não somos somente nossas posses ou nossos meios de viver, somos um conjunto de tudo isso, e devemos ter sempre em mente que devemos focar em nossas vidas, não na dos outros e muito menos em comparações entre elas.

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Manual de Epicteto – Enchiridion – 43

XLIII. Tudo possui duas maneiras de se lidar, uma pela qual pode ser levado, e outra pela qual não se pode levar. Se o seu irmão agir de maneira injusta, não haja pela maneira que a injustiça dele atua, pois por esta essa situação não pode ser levada; mas pelo oposto, pois ele é seu irmão, que foi criado com você; e portanto você deve lidar com ele de maneira que possa leva-lo.

Opinião – linguagem truncada mas ensinando que sempre temos duas maneiras de lidar com as coisas que estão sob nosso poder, podemos somente punir quem age errado conosco, ou podemos considerar esta pessoa por quem ela é, e então punir e orientar, levando a evolução dessa pessoa, nem sempre haverá melhora por essa orientação, mas devemos fazer a nossa parte. No próximo erro, ai esta pessoa será lidada da outra maneira.

N.T: tradução minha a partir do texto de Elizabeth Carter disponível em http://classics.mit.edu/Epictetus/epicench.html.
Esse é um trabalho de pratica do meu inglês e também para conhecimento maior da Obra de Epicteto.